Ideias e aspas

 

1 – Ana Carolina Borges de Oliveira e o mundo Compliance

“O mundo do Compliance é relativamente novo para a maioria dos profissionais do Direito. A todo instante, encontramos novas realidades que exigem soluções adequadas a cada uma. Além disso, precisamos ver a realidade do nosso cliente em seu sentido mais amplo e em detalhes, conectando os mais diversos ramos do Direito às mais variadas áreas do conhecimento.”

 

2 – Camila Quìntão e o propósito de vida

“Afinal, diversidade é isso, certo? Aceitar quem cada um de nós somos, com as nossas qualidades, defeitos internos e externos e acima de tudo as nossas vulnerabilidades. Elas é que nos fazem querer ser e fazer o mundo, o ambiente de trabalho e a sociedade mais justos e plurais, viáveis até, bem no propósito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, esse Pacto Global que parece estar tão longe de ser implementado, mas que tem por escopo maior não deixar ninguém para trás. Ninguém! Todos respeitando a todos e ao nosso planeta na medida da nossa possibilidade e maturidade evolutiva. Esse é o meu propósito no compliance e na vida. Qual é o seu?”

 

3 – Carolina Penteado Gerace Bouix e o que aprendeu no seu trajeto

“Ao longo da minha trajetória tive a chance de enfrentar desafios do mundo real. Lidei com situações delicadas, como investigações internas relacionadas à figura do assédio, gestão de canais de denúncias e a implementação de programas de treinamento realmente eficientes. Foi um período de intensa aprendizagem, compreendendo as nuances culturais e os dilemas éticos que surgem em ambientes corporativos diversificados”.

 

 

4 – Cátia Veloso e a busca por um eu melhor

“Seja inquieta. Busque sua identidade. Seja diferente. Seja única. Seja singular. Ajude outras mulheres. Apoie pessoas que têm sonhos. Tenha um olhar empático e escuta ativa. Ouça seu coração. Faça as melhores escolhas pra você. Respeite seus limites. Diga alguns nãos. Engula alguns sapos, mas não cuspa vespas. Respire fundo. Respeite o coleguinha. Não atropele ninguém. Seja colaborativo. Seja feliz. Seja você”.

 

 

5 – Cecilia Romero e a coletividade feminina

“Segundo um artigo publicado em fevereiro de 2021 pela Revista Você RH, ‘as mulheres trabalham em equipe de forma mais harmoniosa, pois têm uma visão do coletivo e se empenham para um ambiente de igualdade e respeito’. É precisamente essa visão do coletivo a razão pela qual mais mulheres deveriam ingressar no mercado de Compliance. Sem dúvida, somente esse espectro é capaz de protagonizar grandes transformações na sociedade e lutar para que todas as pessoas se sintam representadas nas estruturas de poder”.

 

 

6 – Clarissa Lima e a relação do produto com o cliente

“É bem verdade que estruturar um programa que não se resuma a documentos, processos e procedimentos, mas esteja destinado a engajar pessoas, tem seus desafios elevados. Como parte do produto você é testada e validada diariamente. É preciso estar convicta que seu contrato está sempre ‘à disposição’, porque entre agradar o cliente e sustentar posicionamentos, escolher manter-se íntegra, inteira no que se é e se acredita, será a melhor opção.

 

Livro “Mulheres Compliance na Prática”